terça-feira, 26 de junho de 2012
Direto do Túnel do Tempo
The Time Tunnel (no Brasil, O Túnel do Tempo) é um seriado de TV realizado por Irwin Allen nos anos 60, que mostrava as viagens no tempo de dois cientistas: (Robert Colbert, como Doug Phillips, e James Darren, como Tony Newman).
Eles eram monitorados por uma equipe que permanecia no laboratório e os acompanhavam em seus deslocamentos no tempo através de imagens que recebiam pelo Túnel do Tempo. A equipe estava sempre tentando encontrar um meio de trazê-los de volta, ou então tentavam ajudá-los por intermédio dos recursos de que dispunham, como precárias transmissões de voz ou envio de armas ou equipamentos, quando possível. Quando tudo falhava, tiravam-nos de uma época e os enviavam para alguma outra data incerta do passado ou do futuro, dando início a um novo episódio. Eventualmente, membros da própria equipe ou convidados viajavam ao encontro dos cientistas perdidos, também com o intuito de ajudá-los nas situações de perigo. Também acontecia, de vez em quando, da equipe ou seres estranhos conseguirem interferir no destino das viagens. Nesse caso, os cientistas recebiam diferentes missões a serem cumpridas nos locais onde eram enviados.
Nos episódios eram utilizados imagens de arquivo de filmes do estúdio, tanto os mais recentes, como O Mundo Perdido, ou mesmo filmes históricos mais antigos como Príncipe Valente. Também eram reaproveitados cenários e figurinos de outras séries de Allen que estavam sendo produzidas na mesma época, como Viagem ao Fundo do Mar.
Devido ao elevado custo de produção, esse seriado durou apenas uma temporada, com 30 episódios.
A série teve enorme sucesso no Brasil podendo-se afirmar que "Trata-se do produto da indústria cultural dos EUA que maior e mais duradoura influência exerceu sobre o imaginário coletivo nacional no que se refere à formação das concepções de Tempo, História e Ciência e cujo impacto ainda hoje pode ser descrito e analisado" cf. OLIVEIRA, Dennison de (Coordenador). Túnel do Tempo: um estudo de história & audiovisual". Curitiba, Editora Juruá, 2010. p. 10. Geralmente encarada como produto destinado a diversão e ao entretenimento, cabe notar os compromissos ideológicos da série: "A permanente guerra ideológica dos blocos em confronto no decorrer da Guerra Fria foi uma fonte inesgotável de inspiração para o entendimento do sentido implícito dos episódios. Ao lado de um evidente etnocentrismo (a sociedade norte-americana é sempre mostrada como a mais avançada e a mais justa, todas as outras lhe são inferiores), percebeu-se também um acentuado maniqueísmo (todos os personagens e instituições são assimiladas somente ao “bem” ou ao “mal”) onde novamente os valores norte-americanos aparecem como os únicos positivos e moralmente defensáveis. Na maior parte dos casos foi difícil evitar-se a assimilação do lado do “mal” da história de cada episódio aos soviéticos, havendo pelo menos um episódio onde isso se dá de forma explícita. Verificaram-se também alguns casos de reabilitação moral de povos e nações, em especial dos derrotados na Segunda Guerra Mundial que, no contexto da Guerra Fria, se tornaram aliados dos EUA. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Amassa Vampiro

Ingredientes:
- 1 oz (25ml) de Vodka
- 1 oz (25ml) de Triple Sec ou Cointreau
- 1 oz (25ml) de Gin
- 1 oz (25ml) de Tequila
- suco de morango
Modo de preparar:
- misture a vodka, o triple sec, o gin e a tequila sem chacoalhar
- adicione um pouco de suco de morango e misture gentilmente
- coloque num copo alto com cubos de gelo
Apenas uma dica literária
"Os romances de Nicole Jordan prometem uma sensualidade de tirar o fôlego e uma entrega tempestuosa. Em A Sedução, esta autora aclamada leva o romance erótico a fascinantes horizontes…
Londres 1810: Lorde Damien Sinclair, o mais reconhecido libertino da alta sociedade londrina, preocupa-se apenas com o seu próprio prazer, até que a sua irmã mais nova, Olivia, num encontro proibido, sofre um acidente e a sua reputação fica arruinada. Damien fará de tudo para destruir o jovem culpado pelo estado de Olivia… E Vanessa Wyndham protegerá o seu insensato irmão a todo o custo, mesmo que isso signifique entrar num pacto ilícito com o perigosamente bonito "Lorde Sin". Quando Vanessa se oferece para o cargo de ama de companhia da irmã incapacitada de Lorde Sin, Damien aceita mas impõe uma condição escandalosa - ele perdoará a "dívida" do seu irmão, se ela concordar tornar-se sua amante.
E assim começa a sedução. Mas, será que assim que o acordo termina, vão conseguir escapar com os corações intactos?"
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 352
Editor: Livros d'Hoje
ISBN: 9789722035408
Coleção: Ficção histórica
"Os romances de Nicole Jordan prometem uma sensualidade de tirar o fôlego e uma entrega tempestuosa. Em A Sedução, esta autora aclamada leva o romance erótico a fascinantes horizontes…
Londres 1810: Lorde Damien Sinclair, o mais reconhecido libertino da alta sociedade londrina, preocupa-se apenas com o seu próprio prazer, até que a sua irmã mais nova, Olivia, num encontro proibido, sofre um acidente e a sua reputação fica arruinada. Damien fará de tudo para destruir o jovem culpado pelo estado de Olivia… E Vanessa Wyndham protegerá o seu insensato irmão a todo o custo, mesmo que isso signifique entrar num pacto ilícito com o perigosamente bonito "Lorde Sin". Quando Vanessa se oferece para o cargo de ama de companhia da irmã incapacitada de Lorde Sin, Damien aceita mas impõe uma condição escandalosa - ele perdoará a "dívida" do seu irmão, se ela concordar tornar-se sua amante.
E assim começa a sedução. Mas, será que assim que o acordo termina, vão conseguir escapar com os corações intactos?"
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 352
Editor: Livros d'Hoje
ISBN: 9789722035408
Coleção: Ficção histórica
Gota de Sangue
Angela Rô Rô
Não tire da minha mão esse copo
Não pense em mim quando eu calo de dor
Olha meus olhos repletos de ânsia e de amor
Não pense em mim quando eu calo de dor
Olha meus olhos repletos de ânsia e de amor
Não se perturbe nem fique à vontade
Tira do corpo essa roupa e maldade
Venha de manso ouvir o que eu tenho a contar
Tira do corpo essa roupa e maldade
Venha de manso ouvir o que eu tenho a contar
Não é muito nem pouco eu diria
Não é pra rir mas nem sério seria
É só uma gota de sangue em forma verbal
Não é pra rir mas nem sério seria
É só uma gota de sangue em forma verbal
Deixa eu sentir muito além do ciúme
Deixa eu beber teu perfume, embriagar...
A razão, porque não volto atrás?
Quero você mais e mais que um dia...
Deixa eu beber teu perfume, embriagar...
A razão, porque não volto atrás?
Quero você mais e mais que um dia...
Não tire da minha boca esse beijo
Nunca confunda carinho e desejo
Beba comigo a gota de sangue final
Beba comigo a gota de sangue final
Nunca confunda carinho e desejo
Beba comigo a gota de sangue final
Beba comigo a gota de sangue final
O teu riso
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Neruda
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Um brinde ao amor
Débora Costa
Acontece...
Não tem hora,
não marca lugar! Não tem vergonha, não tem idade, não tem limite, nem infidelidade.
Simplesmente acontece...
Pode ser divertido, tem que te fazer bem...
Tem que valer a emoção, pois quando acontece não te pede licença e entra que nem um furacão.
Você não escolhe, “ele” te escolhe!
Pode até vir como uma onda gigante. Um “tsunami” que invade a cidade e desorienta tudo...
Mas se for “ele”, logo após a onda vem o vento do horizonte e melhora os ares do lugar, deixando tudo fazer sentido.
Depois da ventania, das trepidações armadas pela vida desfruta de um período de reflexão, tranquilidade, como a longa extensão no mar até vir a próxima onda.
E se for “ele” realmente, é bom que a onda e a ventania estejam sempre presentes, soprando os melhores ventos, mudando as coisas um pouco de lugar...
Pois nada, nada é estático ou calmo demais, certamente se for acabará.
E se for “ele” vai te preencher o coração, alma e mente.
Vai trazer momentos felizes e tristes, momentos radiantes e às vezes, até alguns momentos de infelicidade, pois por mais nobre que seja “ele”, não é perfeito!
Mas vale a pena, pois por “ele” o mais nobre sentimento da vida, o AMOR! Vale o risco!
Por isso, vamos brindar. UM BRINDE AO AMOR!
Quando duas almas se reconhecem, não adianta resistir, é preciso se entregar e viver o amor até a última gota!
domingo, 24 de junho de 2012
Amor de caixinha
E de repente eu sinto que só o vazio me completa, quem inventou o amor não avisou que ele dói tanto quando acaba. Que difícil ter que me acostumar de repente sem você. Quando decidimos ficar juntos foi uma decisão justa, era um momento nosso, foi por querermos. Agora vais embora, assim de repente e eu tenho que dar meu jeito de me acostumar sem você. Se eu soubesse que seria assim, eu não teria te entregado a minha alma, o meu amor e,principalmente, a minha caixinha.
É, só você sabe o que tinha na minha caixinha, eu te pedi pra cuidar, lembra? Eu não preciso dizer em que estado você me devolveu. Não te ensinaram a ter cuidado com as coisas dos outros? Não se tira do lugar a caixinha de ninguém sem comprometer-se a cuidar dela com todo o zelo como se fosse sua pra sempre, por toda a sua vida.
“hoje, cuidar do teu coração é o mesmo que cuidar do meu
te ver bem é me ver bem
tua felicidade é a minha
te quero bem o quanto eu quero bem a mim
nessa caixinha não tem só um coração... tem dois em um,
e o meu, nas tuas mãos, nunca foi tão bem cuidado...”
Um dia você me disse que me cercou, me prendeu, me acorrentou e me deixou em prisão perpétua, que era o mais feliz e mais completo, me pediu pra sonhar com você, me pediu pra jamais largar a tua mão, disse que quando ferisse curaríamos juntos, disse que eu era teu presente, o maior de todos, o melhor de todos, que nossos corações jamais se separariam.
Limites? Me fizeste acreditar que não teríamos. Eu tive certeza de que nada nos atrapalharia, que o teu amor era maior que o meu, e que ele era todo, inteiro e incondicionalmente meu, planejamos natais e dias comuns, disse que teríamos uma história linda pra contar, que eu era o amor de sua vida, que por mim acordarias às 6h da manhã sem reclamar.
Ouvi você dizer que eu era a segurança que você não tinha, a coragem que você não conseguia, o sentimento que você nunca imaginou ter e isso tudo era pleno, honesto e recíproco. Te ouvi dizer que eu era a rainha dos teus pensamentos, a rainha da tua vida...
E de todas as tuas promessas, espero que ao menos aquela em que te pedi para nunca esquecer o quanto te amava, seja cumprida. Disseste exatamente assim: “Nunca vou esquecer, nem se eu perder a memória, meu amor. És a minha vida.”
Texto de Raíssa Bahia, gentilmente cedido pela autora ao Blog. Mais textos de Raíssa Bahia em http://raissabahia.blogspot.com.br/
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