quinta-feira, 14 de junho de 2012

Today in Fake Holidays: Have a Caipirinha

Cachaça, the national spirit of Brazil, once widely neglected on U.S. shores, has never been easier to find. Today, because every food or beverage now apparently gets its own day of celebration, is National Cachaça Day. As our own David Wondrich points out, you're best avoiding the more industrial-grade brands of the liquor, distilled from sugarcane, which can sometimes taste as though they were made inside a car tire. But you do want a little funk in your caipirinha, the cocktail most known for its use of cachaça. A little lime, a little sugar, and you'll be set. See Wondrich's caipirinha recipe here and his cachaça recommendations here. Read more: http://www.esquire.com/blogs/food-for-men/

O Sundae da Casa Branca

Acredite de se quiser! A rede de lanchonetes Burger King está com uma nova aposta no mercado. Depois dos músculos do "Spider Man", Anderson Silva, brasileiro campeão mundial de UFC, as franquias americanas investem em uma opção digamos, mais gordurosa. Um Sundae de bacon que reúne 510 calorias e custa US$ 2.49. A primeira dama Michelle Obama já se manifestou aprovando a novidade no café da manhã. Mas, não me parece que ela precise se preocupar com isso. Não acham?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

“As revoluções são a locomotiva da história”




O alemão Karl Marx, filósofo, sociólogo, historiador e economista nasceu na cidade alemã de Trier, em 1818, e ficou eternizado como o grande teórico do comunismo.
Ao acompanhar o golpe de Estado que levou NapoleãoIII ao poder, na França do século 19, o alemão Karl Marx chegou a uma perturbadora conclusão: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.





Só existirão: um Michael Jackson, uma Donna Summer, um Genius, um Village People, um Atari, um Playmobil, um Ayrton Senna, um Maradona, um Dancin' Days e... perdoem, apenas um Adil.

Blue Beer



A cerveja azul, originária do Japão é feita com água retirada de icebergs derretidos. O que dá a coloração azul a Okhotsk Blue Draft é a 'spirulina', extraída de alguns tipos microscópicos de algas marinhas (seaweed). O gosto em sua fórmula não é diferente da cerveja tradicional.
Na esteira deste sucesso, por muitos atribuído à curiosidade e outros à excentricidade, a pequena cervejaria que fica na ilha de Hokkaido, extremo norte do Japão, lançou uma série de cervejas coloridas.
A Cervejaria Abashiri tem certa tradição no lançamento de cervejas diferentes, incluindo uma mistura de cerveja com leite, originalmente chamada Bilk.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Alexander, o grande



Pelo menos oito em cada dez mulheres preferem apreciar bebidas com leve sabor adocicado durante os eventos sociais. Por isso, a bebida conhecida como Alexander está sempre presente entre as opções de baby chás, happy hours e outros.
Este short drink pode ser uma alternativa rápida e eficiente para os convidados, principalmente do sexo feminino. Uma bebida diferente de cerveja odiada por muitas delas e que vai muito bem até que o champagne chegue.
Parece fácil fazê-la, porém pode ser engano, pois em sua composição há ingredientes de densidades diferentes ou semelhantes.Portanto, nunca é demais reforçar o cuidado no preparo que deve dispensar o mesmo prazer que você terá ao bebê-la.

Ingredientes

* 1 lata de leite condensado;
* 1 lata de creme de leite;
* conhaque;
* licor de cacau

Modo de preparo

Coloque o creme de leite e o leite condensado no liquidificador, use a lata do leite condensado para medir a quantidade de conhaque e de licor de cacau. Então, coloque uma lata de conhaque e uma de licor de cacau, bata tudo por um tempinho e reserve. Sirva bem gelado.
Salute!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Gosto amargo



A criatividade japonesa é indiscutível. Em todo o mundo esses pequenos grandes homens despertam admiração em relação ao sucesso da economia daquele país. A tecnologia então... Lembram do lançamento do shampoo de cerveja, que causou frisson na cabeça de dez entre dez madames que frequentam os melhores estúdios de beleza “in the world”? Pois é, agora uma novidade que tem pelo menos um ano e ainda não foi descoberta por estas bandas brasileiras é a cerveja de chocolate batizada Chocolat Brewery vem deixando os nipônicos no topo do ranking da “sábia loucura”.
A cervejaria japonesa Sapporo lançou uma edição limitada da bebida fabricada com malte torrado e cacau e tem sabor amargo de chocolate também no preço. O kit com três latas de 350 ml custa cerca de US$ 16 (R$ 36). Dois vícios dentro de uma só latinha.

terça-feira, 25 de maio de 2010

POEMA 20

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Escribir, por ejemplo: «La noche está estrellada, y tiritan, azules, los astros, a lo lejos». El viento de la noche gira en el cielo y canta.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.
En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.
Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.
Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo. Eso es todo.
A lo lejos alguien canta. A lo lejos. Mi alma no se contenta con haberla perdido. Como para acercarla mi mirada la busca. Mi corazón la busca, y ella no está conmigo. La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.
Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.
Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos, Mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque éste sea el último dolor que ella me causa, y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.

Pablo Neruda, 1924